quinta-feira, 2 de julho de 2015

Presidenta passeia em carro do Google sem motorista e diz que "desceu do futuro"

No último dia de viagem aos Estados Unidos, a presidenta Dilma Rousseff conversou com o presidente executivo do Google, Erick Schmidt, sobre formas de estimular o desenvolvimento da indústria de tecnologia e inovação no Brasil. Ela também visitou a sede da companhia no Vale do Silício, no estado da Califórnia.

No Google, Dilma passeou com a filha Paula no novo projeto da companhia: um carro equipado com um sistema de direção inteligente, capaz de circular sem motorista. Dois técnicos brasileiros, que trabalham no Google, também embarcaram no veículo para explicar o seu funcionamento à presidenta. Apesar de o carro ter direção inteligente, a legislação dos Estados Unidos exige que uma pessoa esteja sentada no banco do motorista para assumir a direção, em caso de emergência.

Mais cedo, Dilma Rousseff se reuniu com a presidenta da Universidade da Califórnia, Janet Napolitano, e com o reitor da Universidade de Berkeley, Nicholas Dirks. Ela visitou ainda a Universidade de Stanford e almoçou com Condoleezza Rice, ex-secretária de Estado. A comitiva brasileira quer estimular o intercâmbio de estudantes e pesquisadores, além de novas parcerias para o Brasil.Ao desembarcar, Dilma disse que acabava de descer do futuro. "É fantástico! O que se sente é que você está com um motorista dirigindo e que ele é um motorista que respeita os sinais, respeita a existência de veículo à frente, bicicletas e pedestres”. A presidenta manifestou surpresa com a tecnologia. “Acredito que eles estão em um nível de desenvolvimento que eu jamais imaginei que houvesse. A mim impressionou extremamente. É, de fato, algo que tem que ser relatado, tem que ser mostrado, porque significa que nessa área o mundo vai mudar. Significará também um transporte público mais seguro, mais eficiente”.

Em entrevista, a presidenta Dilma Rousseff comentou a aprovação, pelo Senado, do reajuste de até 78% para os servidores do Judiciário. Segundo ela, o aumento é insustentável e compromete o ajuste fiscal proposto pelo governo para equilibrar as contas públicas.Os Estados Unidos são o principal destino de brasileiros no programa do governo federal Ciência sem Fronteira, que concede bolsas de estudo para formação no exterior. O Brasil quer aumentar o número de estudantes em áreas como engenharia, algoritmo e biotecnologia.



Antes de embarcar de volta ao Brasil, ela ainda visita a agência espacial norte-americana, a Nasa, e conversa com empresários do setor aeroespacial.
Fonte: Agência Brasil

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